O Espaço de Eos

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quarta-feira, outubro 28, 2009

Herói esquecido







Entoou o birimbal


Ao chorar do temporal,


Destarte, não se pode conter


Nem as águas na proa


Nem a chibata que poria


o sulcos negreiros o sangue verter.


De súbito


Soou a viola


Com notas rasteiras


Juntando ao pandeiro


De Zumbi de Angola,


Que brasileiro agora,


Mas dantes negreiro.


CHEGOU A CAPOEIRA


E...


Mareou sobre mar


Sem ser marinheiro


E usando coleiras


O poeta negreiro


Versou capoeira.


Zumbi de Angola


Viveu das vitórias


Que o povo negreiro


Se esquece agora,


E, se houve História


Vem a dele primeiro.



Um comentário:

  1. essa poesia me remeteu a uma música que amo de Vinícius de Moraes:
    berimbau me confirmou , vai ter brga de amor, tristeza camará..capoeira me amndou dizer que já chegou, chegou pra ficar, berimbau, berimbau, berimbau, berimbau, berimabau...

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