novo**
Final de ano
Nobres operários recebem o abono,
Recompensa por um ano de trabalho
Perigrinando está um ser de estranha feição
Nem entre os pobres
Nem sequer juntou salários
Nem os teve
Peregrino que espera uma alma
Um caridoso coração
Veste-se em retalhos
Afoga-se em cachaça
Paga por seus dias falhos (ou bem vividos)
Tem por leito o banco da praça.
Pobre alma de vazio coração...
QUEM É? QUE PROCURA?
Sem vida, em desgraça, caminha
Em estado de loucura.
Ainda há quem faz graça
De suas feridas sem curas
MAS, O PASSADO NÃO É O FUTURO
E assim, como o presente lhe é ausente
O luzir desses pode estar escuro.
O Espaço de Eos
Esse espaço é parte de todos os artista; Se amas as as artes plásticas (ou visuais ), a poesia e a filosofia (de forma completa ) Esse é seu espaço.
Olhe eu aqui novamente
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Entoou o birimbal Ao chorar do temporal, Destarte, não se pode conter Nem as águas na proa Nem a chibata que poria o sulcos negreiros...
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Uns farejam Outros na alma carregam a carniça; Ambos ladram Uns ladram sons Outros ladram bens Ambos ladram Uns do estranho a carne comem Ou...
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Na vastidão do sertão Com lágrimas, sequioso, Verte a vate ressequida Oh, sofrido poeta! Vilânia vate verte sobre o solo que lhe verte a sor...
domingo, julho 26, 2009
Alma vazia
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Unknown
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09:20
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sofrimentos
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sábado, julho 25, 2009
contradição de estados
novo**
Quando nada tinha
Escrevi à paixão
Que algures vivia
Quando na paixão
Escrevi ao amor
Em busca de um chão
Quando no amor
Escrevi à saudade
Quando na saudade
Escrevi à alegria,
Amiga inefável da verdade
Quando na alegria
Escrevi à dor
Quando na dor
Escrevi à saúde,
Amiga-irmã da sorte
Quando na saúde
Escrevi á morte
Quando na morte
Não mais escrevi,
Mas, em verdade, falei com Deus.
Quando nada tinha
Escrevi à paixão
Que algures vivia
Quando na paixão
Escrevi ao amor
Em busca de um chão
Quando no amor
Escrevi à saudade
Quando na saudade
Escrevi à alegria,
Amiga inefável da verdade
Quando na alegria
Escrevi à dor
Quando na dor
Escrevi à saúde,
Amiga-irmã da sorte
Quando na saúde
Escrevi á morte
Quando na morte
Não mais escrevi,
Mas, em verdade, falei com Deus.
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14:05
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Pertences dos sábios
De pele ferida vôo meu espirito
Encontrei beleza e perigo nas rosas
Não mais me alegra o ouro
Ignorância pertence aos tolos.
Sei dos pertences dos sábios
Estando eu despido, cheios estão meus lábios.
Nas letras acorrentei meu ser
E da poesia fiz minha vaidade
Verdadde só engana se meia
E lua encantada é lua cheia.
Sente, destarte, o poeta.
Encontrei beleza e perigo nas rosas
Não mais me alegra o ouro
Ignorância pertence aos tolos.
Sei dos pertences dos sábios
Estando eu despido, cheios estão meus lábios.
Nas letras acorrentei meu ser
E da poesia fiz minha vaidade
Verdadde só engana se meia
E lua encantada é lua cheia.
Sente, destarte, o poeta.
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09:54
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quarta-feira, julho 22, 2009
O bebum e o falso rico
Sentado, o bebum,
no banco da praça
Viu uma estrela cadente,
logo achou graça
E pediu bem contente:
-Garçom amigo,
Me traga cachaça.
Levou logo um xingo,
E NÃO MERECEU.
Não bastando ainda o garçom inimigo
Um pau lhe desceu.
Entrou um rico,
Ou talves parecido
Trajado de seda
Trajado de linho
Em fala de fino foi então pedindo:
Garçom de seu melhor lote
Dê-me o melhor vinho.
Depois bem cortês se fez de freguês
Deu doce sorriso
E lhe desceu um calote...
O bebum levantou-se,
Desamassou seu dinheiro
Entrou num carrão e
Que carrão era o tal!!!
Afurtunado ele sorria
Gritando bem alto:
Garçom se deu mal.
no banco da praça
Viu uma estrela cadente,
logo achou graça
E pediu bem contente:
-Garçom amigo,
Me traga cachaça.
Levou logo um xingo,
E NÃO MERECEU.
Não bastando ainda o garçom inimigo
Um pau lhe desceu.
Entrou um rico,
Ou talves parecido
Trajado de seda
Trajado de linho
Em fala de fino foi então pedindo:
Garçom de seu melhor lote
Dê-me o melhor vinho.
Depois bem cortês se fez de freguês
Deu doce sorriso
E lhe desceu um calote...
O bebum levantou-se,
Desamassou seu dinheiro
Entrou num carrão e
Que carrão era o tal!!!
Afurtunado ele sorria
Gritando bem alto:
Garçom se deu mal.
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Unknown
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19:30
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terça-feira, junho 23, 2009
Nada
Por mais certo que seja
Aos olhos é claro
O nada, em si, nada não será.
O nada sendo sobra de tudo
Que se esgota
Esconde na sobra do tudo
Anulando o tudo
Tornando dele multiplicador.
O nada é em si, contradição;
Se sujeita passa a ser
e sendo se substancia a algo
deixando, assim, o ser nada.
Aos olhos é claro
O nada, em si, nada não será.
O nada sendo sobra de tudo
Que se esgota
Esconde na sobra do tudo
Anulando o tudo
Tornando dele multiplicador.
O nada é em si, contradição;
Se sujeita passa a ser
e sendo se substancia a algo
deixando, assim, o ser nada.
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Unknown
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17:37
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sexta-feira, junho 19, 2009
Desigualdade
Há o céu em inteiros - vastos
Enquanto a terra em medidos pastos
Em troféu, ambos, entregou Deus
E ao léu o homem prendeu-se.
Há negros e brancos
Ambos riem
Buscam o campo
E depositam em Deus o pranto
Aos fortes vida
Aos fracos sobrevidas,
Mas, a ambos, sobreveem à morte.
Uns sem terras
Outros sem pães
... e há bens na guerra
Bens minguadores do bem:
Bens minguadores da Terra.
Enquanto a terra em medidos pastos
Em troféu, ambos, entregou Deus
E ao léu o homem prendeu-se.
Há negros e brancos
Ambos riem
Buscam o campo
E depositam em Deus o pranto
Aos fortes vida
Aos fracos sobrevidas,
Mas, a ambos, sobreveem à morte.
Uns sem terras
Outros sem pães
... e há bens na guerra
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Bens minguadores da Terra.
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Unknown
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18:40
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quinta-feira, junho 18, 2009
algumas coisas
Hoje na verdade não vou de poesia, só farei um comentário:
Não sei porque ha pessoas que agem como se fossem divinas,sentindo
que possuem o poder de decidir o que se pode e o que não se pode aceitar.
Talvés não esteja sendo claro para alguns,aqueles intolerantes, mas creio que pessoas de bom censo entenderão o que falo.
Hoje estou meio estranho e não quero me alongar, portanto, paro aqui mesmo.
Não sei porque ha pessoas que agem como se fossem divinas,sentindo
que possuem o poder de decidir o que se pode e o que não se pode aceitar.
Talvés não esteja sendo claro para alguns,aqueles intolerantes, mas creio que pessoas de bom censo entenderão o que falo.
Hoje estou meio estranho e não quero me alongar, portanto, paro aqui mesmo.
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Unknown
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17:52
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