Sentado, o bebum,
no banco da praça
Viu uma estrela cadente,
logo achou graça
E pediu bem contente:
-Garçom amigo,
Me traga cachaça.
Levou logo um xingo,
E NÃO MERECEU.
Não bastando ainda o garçom inimigo
Um pau lhe desceu.
Entrou um rico,
Ou talves parecido
Trajado de seda
Trajado de linho
Em fala de fino foi então pedindo:
Garçom de seu melhor lote
Dê-me o melhor vinho.
Depois bem cortês se fez de freguês
Deu doce sorriso
E lhe desceu um calote...
O bebum levantou-se,
Desamassou seu dinheiro
Entrou num carrão e
Que carrão era o tal!!!
Afurtunado ele sorria
Gritando bem alto:
Garçom se deu mal.
O Espaço de Eos
Esse espaço é parte de todos os artista; Se amas as as artes plásticas (ou visuais ), a poesia e a filosofia (de forma completa ) Esse é seu espaço.
Olhe eu aqui novamente
Pesquisar este blog
Postagens populares
-
Entoou o birimbal Ao chorar do temporal, Destarte, não se pode conter Nem as águas na proa Nem a chibata que poria o sulcos negreiros...
-
Uns farejam Outros na alma carregam a carniça; Ambos ladram Uns ladram sons Outros ladram bens Ambos ladram Uns do estranho a carne comem Ou...
-
Na vastidão do sertão Com lágrimas, sequioso, Verte a vate ressequida Oh, sofrido poeta! Vilânia vate verte sobre o solo que lhe verte a sor...
quarta-feira, julho 22, 2009
O bebum e o falso rico
Postado por
Unknown
às
19:30
Marcadores:
Justiça
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest