De pele ferida vôo meu espirito
Encontrei beleza e perigo nas rosas
Não mais me alegra o ouro
Ignorância pertence aos tolos.
Sei dos pertences dos sábios
Estando eu despido, cheios estão meus lábios.
Nas letras acorrentei meu ser
E da poesia fiz minha vaidade
Verdadde só engana se meia
E lua encantada é lua cheia.
Sente, destarte, o poeta.
O Espaço de Eos
Esse espaço é parte de todos os artista; Se amas as as artes plásticas (ou visuais ), a poesia e a filosofia (de forma completa ) Esse é seu espaço.
Olhe eu aqui novamente
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sábado, julho 25, 2009
Pertences dos sábios
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Unknown
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09:54
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quarta-feira, julho 22, 2009
O bebum e o falso rico
Sentado, o bebum,
no banco da praça
Viu uma estrela cadente,
logo achou graça
E pediu bem contente:
-Garçom amigo,
Me traga cachaça.
Levou logo um xingo,
E NÃO MERECEU.
Não bastando ainda o garçom inimigo
Um pau lhe desceu.
Entrou um rico,
Ou talves parecido
Trajado de seda
Trajado de linho
Em fala de fino foi então pedindo:
Garçom de seu melhor lote
Dê-me o melhor vinho.
Depois bem cortês se fez de freguês
Deu doce sorriso
E lhe desceu um calote...
O bebum levantou-se,
Desamassou seu dinheiro
Entrou num carrão e
Que carrão era o tal!!!
Afurtunado ele sorria
Gritando bem alto:
Garçom se deu mal.
no banco da praça
Viu uma estrela cadente,
logo achou graça
E pediu bem contente:
-Garçom amigo,
Me traga cachaça.
Levou logo um xingo,
E NÃO MERECEU.
Não bastando ainda o garçom inimigo
Um pau lhe desceu.
Entrou um rico,
Ou talves parecido
Trajado de seda
Trajado de linho
Em fala de fino foi então pedindo:
Garçom de seu melhor lote
Dê-me o melhor vinho.
Depois bem cortês se fez de freguês
Deu doce sorriso
E lhe desceu um calote...
O bebum levantou-se,
Desamassou seu dinheiro
Entrou num carrão e
Que carrão era o tal!!!
Afurtunado ele sorria
Gritando bem alto:
Garçom se deu mal.
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Unknown
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19:30
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terça-feira, junho 23, 2009
Nada
Por mais certo que seja
Aos olhos é claro
O nada, em si, nada não será.
O nada sendo sobra de tudo
Que se esgota
Esconde na sobra do tudo
Anulando o tudo
Tornando dele multiplicador.
O nada é em si, contradição;
Se sujeita passa a ser
e sendo se substancia a algo
deixando, assim, o ser nada.
Aos olhos é claro
O nada, em si, nada não será.
O nada sendo sobra de tudo
Que se esgota
Esconde na sobra do tudo
Anulando o tudo
Tornando dele multiplicador.
O nada é em si, contradição;
Se sujeita passa a ser
e sendo se substancia a algo
deixando, assim, o ser nada.
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17:37
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sexta-feira, junho 19, 2009
Desigualdade
Há o céu em inteiros - vastos
Enquanto a terra em medidos pastos
Em troféu, ambos, entregou Deus
E ao léu o homem prendeu-se.
Há negros e brancos
Ambos riem
Buscam o campo
E depositam em Deus o pranto
Aos fortes vida
Aos fracos sobrevidas,
Mas, a ambos, sobreveem à morte.
Uns sem terras
Outros sem pães
... e há bens na guerra
Bens minguadores do bem:
Bens minguadores da Terra.
Enquanto a terra em medidos pastos
Em troféu, ambos, entregou Deus
E ao léu o homem prendeu-se.
Há negros e brancos
Ambos riem
Buscam o campo
E depositam em Deus o pranto
Aos fortes vida
Aos fracos sobrevidas,
Mas, a ambos, sobreveem à morte.
Uns sem terras
Outros sem pães
... e há bens na guerra
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18:40
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quinta-feira, junho 18, 2009
algumas coisas
Hoje na verdade não vou de poesia, só farei um comentário:
Não sei porque ha pessoas que agem como se fossem divinas,sentindo
que possuem o poder de decidir o que se pode e o que não se pode aceitar.
Talvés não esteja sendo claro para alguns,aqueles intolerantes, mas creio que pessoas de bom censo entenderão o que falo.
Hoje estou meio estranho e não quero me alongar, portanto, paro aqui mesmo.
Não sei porque ha pessoas que agem como se fossem divinas,sentindo
que possuem o poder de decidir o que se pode e o que não se pode aceitar.
Talvés não esteja sendo claro para alguns,aqueles intolerantes, mas creio que pessoas de bom censo entenderão o que falo.
Hoje estou meio estranho e não quero me alongar, portanto, paro aqui mesmo.
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17:52
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quarta-feira, junho 17, 2009
Direito de cães
Uns farejam
Outros na alma carregam a carniça;
Ambos ladram
Uns ladram sons
Outros ladram bens
Ambos ladram
Uns do estranho a carne comem
Outros do semelhante à alma
Ambos ladram
Uns irracionais amam
Outros acreditam pensar
Ambos ladram
Uns por direito cães
Outros pelo caos se fizeram
Uns e outros, felizes, ladram.
Outros na alma carregam a carniça;
Ambos ladram
Uns ladram sons
Outros ladram bens
Ambos ladram
Uns do estranho a carne comem
Outros do semelhante à alma
Ambos ladram
Uns irracionais amam
Outros acreditam pensar
Ambos ladram
Uns por direito cães
Outros pelo caos se fizeram
Uns e outros, felizes, ladram.
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18:46
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quarta-feira, junho 10, 2009
Ótica em duplo
Penso, sinto e faço:
Sou quem sou,
Enquanto não pensou.
Minto?
A você eu não sou.
Certo sou
E não sou quem sou
E teimo em ser,
retornando a ser o que pensou.
Penso e certo sou
Como certo é
O que pensa eu ser
e sendo sou.
Sou quem sou,
Enquanto não pensou.
Minto?
A você eu não sou.
Certo sou
E não sou quem sou
E teimo em ser,
retornando a ser o que pensou.
Penso e certo sou
Como certo é
O que pensa eu ser
e sendo sou.
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19:13
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