**
Não são lágrimas,
Mas,
Águas de dor - culpas
Enchentes da alma transbordadas
De vergonha e trevas.
Não são lágrimas
São ventos ventam
No profundo do meu ser
Revelando imo-absmo.
Lágrimas?
Águas que contive
Quando não mais contigo
Contive por ti e partiste
Partiste e partiu meu coração.
O Espaço de Eos
Esse espaço é parte de todos os artista; Se amas as as artes plásticas (ou visuais ), a poesia e a filosofia (de forma completa ) Esse é seu espaço.
Olhe eu aqui novamente
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Entoou o birimbal Ao chorar do temporal, Destarte, não se pode conter Nem as águas na proa Nem a chibata que poria o sulcos negreiros...
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Uns farejam Outros na alma carregam a carniça; Ambos ladram Uns ladram sons Outros ladram bens Ambos ladram Uns do estranho a carne comem Ou...
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Na vastidão do sertão Com lágrimas, sequioso, Verte a vate ressequida Oh, sofrido poeta! Vilânia vate verte sobre o solo que lhe verte a sor...
sexta-feira, agosto 14, 2009
LÁGRIMAS
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Unknown
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14:45
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sofrimentos
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Chega
**
Chega de te ver
Em preto e branco
Chega de te ver até mesmo em cores
Que um dia vivas e
Hoje noturnas roubam - me os dias.
Chega de te ver
Em cores de brasa
Vestida de falso tesão.
Chega de tê-la
Em presente de vão passado
Na construção desse destruído futuro.
Chega de te - ver
Em versos e rumas
Rumando a lugar algum.
Chega de tê-la
Em pedras e aço
A levar minhas esperanças em pedaços.
Chega de tê-la em rosal forma:
Bela aos olhos,
Porem,
Espinhosa à alma
Chega de assistí-la.
Chega de te ver
Em preto e branco
Chega de te ver até mesmo em cores
Que um dia vivas e
Hoje noturnas roubam - me os dias.
Chega de te ver
Em cores de brasa
Vestida de falso tesão.
Chega de tê-la
Em presente de vão passado
Na construção desse destruído futuro.
Chega de te - ver
Em versos e rumas
Rumando a lugar algum.
Chega de tê-la
Em pedras e aço
A levar minhas esperanças em pedaços.
Chega de tê-la em rosal forma:
Bela aos olhos,
Porem,
Espinhosa à alma
Chega de assistí-la.
quinta-feira, agosto 13, 2009
VIDA
Segue seu rumo
Simplesmente segue
Vezes como suaves monções
Vezes como praias sem ventos
Vezes como tenebrosos furacões
Assim segue a vida
Com seus misteriosos momentos
Momentos, ora prevísivel, como o albor
Momentos, tão imprevísivel, como o vento e suas direções
Momentos, de intenso, amor
Momento, de terrível, destruição
Momentos, festivos, onde pássaros se põem a cantar
Momentos, de luto, onde tigres prontos a matar
A vida é assim, segue seu rumo
Simplesmente segue.
Simplesmente segue
Vezes como suaves monções
Vezes como praias sem ventos
Vezes como tenebrosos furacões
Assim segue a vida
Com seus misteriosos momentos
Momentos, ora prevísivel, como o albor
Momentos, tão imprevísivel, como o vento e suas direções
Momentos, de intenso, amor
Momento, de terrível, destruição
Momentos, festivos, onde pássaros se põem a cantar
Momentos, de luto, onde tigres prontos a matar
A vida é assim, segue seu rumo
Simplesmente segue.
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quarta-feira, agosto 12, 2009
Valor das idéias
**Quem não anota, nota
que as palavras se vão, vão
para um espaço da cabeça,
afim de receber a sentença
de valor perdido na vastidão.
que as palavras se vão, vão
para um espaço da cabeça,
afim de receber a sentença
de valor perdido na vastidão.
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16:35
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domingo, julho 26, 2009
Alma vazia
novo**
Final de ano
Nobres operários recebem o abono,
Recompensa por um ano de trabalho
Perigrinando está um ser de estranha feição
Nem entre os pobres
Nem sequer juntou salários
Nem os teve
Peregrino que espera uma alma
Um caridoso coração
Veste-se em retalhos
Afoga-se em cachaça
Paga por seus dias falhos (ou bem vividos)
Tem por leito o banco da praça.
Pobre alma de vazio coração...
QUEM É? QUE PROCURA?
Sem vida, em desgraça, caminha
Em estado de loucura.
Ainda há quem faz graça
De suas feridas sem curas
MAS, O PASSADO NÃO É O FUTURO
E assim, como o presente lhe é ausente
O luzir desses pode estar escuro.
Final de ano
Nobres operários recebem o abono,
Recompensa por um ano de trabalho
Perigrinando está um ser de estranha feição
Nem entre os pobres
Nem sequer juntou salários
Nem os teve
Peregrino que espera uma alma
Um caridoso coração
Veste-se em retalhos
Afoga-se em cachaça
Paga por seus dias falhos (ou bem vividos)
Tem por leito o banco da praça.
Pobre alma de vazio coração...
QUEM É? QUE PROCURA?
Sem vida, em desgraça, caminha
Em estado de loucura.
Ainda há quem faz graça
De suas feridas sem curas
MAS, O PASSADO NÃO É O FUTURO
E assim, como o presente lhe é ausente
O luzir desses pode estar escuro.
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09:20
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sábado, julho 25, 2009
contradição de estados
novo**
Quando nada tinha
Escrevi à paixão
Que algures vivia
Quando na paixão
Escrevi ao amor
Em busca de um chão
Quando no amor
Escrevi à saudade
Quando na saudade
Escrevi à alegria,
Amiga inefável da verdade
Quando na alegria
Escrevi à dor
Quando na dor
Escrevi à saúde,
Amiga-irmã da sorte
Quando na saúde
Escrevi á morte
Quando na morte
Não mais escrevi,
Mas, em verdade, falei com Deus.
Quando nada tinha
Escrevi à paixão
Que algures vivia
Quando na paixão
Escrevi ao amor
Em busca de um chão
Quando no amor
Escrevi à saudade
Quando na saudade
Escrevi à alegria,
Amiga inefável da verdade
Quando na alegria
Escrevi à dor
Quando na dor
Escrevi à saúde,
Amiga-irmã da sorte
Quando na saúde
Escrevi á morte
Quando na morte
Não mais escrevi,
Mas, em verdade, falei com Deus.
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14:05
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Pertences dos sábios
De pele ferida vôo meu espirito
Encontrei beleza e perigo nas rosas
Não mais me alegra o ouro
Ignorância pertence aos tolos.
Sei dos pertences dos sábios
Estando eu despido, cheios estão meus lábios.
Nas letras acorrentei meu ser
E da poesia fiz minha vaidade
Verdadde só engana se meia
E lua encantada é lua cheia.
Sente, destarte, o poeta.
Encontrei beleza e perigo nas rosas
Não mais me alegra o ouro
Ignorância pertence aos tolos.
Sei dos pertences dos sábios
Estando eu despido, cheios estão meus lábios.
Nas letras acorrentei meu ser
E da poesia fiz minha vaidade
Verdadde só engana se meia
E lua encantada é lua cheia.
Sente, destarte, o poeta.
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09:54
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