Elos que outrora quebrados
Transportados pelo vento
Bento velho tempo
Traz, hoje, os elos agrupados
Se eterno é o tempo
Eternos e nobres são os elos
Vencem todos os duros duelos
Moldam os adversos momentos
O Espaço de Eos
Esse espaço é parte de todos os artista; Se amas as as artes plásticas (ou visuais ), a poesia e a filosofia (de forma completa ) Esse é seu espaço.
Olhe eu aqui novamente
Pesquisar este blog
Postagens populares
-
Entoou o birimbal Ao chorar do temporal, Destarte, não se pode conter Nem as águas na proa Nem a chibata que poria o sulcos negreiros...
-
Uns farejam Outros na alma carregam a carniça; Ambos ladram Uns ladram sons Outros ladram bens Ambos ladram Uns do estranho a carne comem Ou...
-
Na vastidão do sertão Com lágrimas, sequioso, Verte a vate ressequida Oh, sofrido poeta! Vilânia vate verte sobre o solo que lhe verte a sor...
sábado, junho 06, 2015
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
decisão
Quanto mais se adia uma decisão,
Maior se torna o sofrimento
Diversos são os caminhos do coração
e nem sempre oportunos os sentimentos.
Quanto mais se caminha
Mais ofuscas e densas são as emoções;
mais as pedras nos adoecem
mais se enfraquecem o corações.
Que virá amanhã? Como virá o futuro?
Com o presente pré resolvido, provavelmente;
Virá em colossal escuro?
Ou será um luxuoso colar de serpente?
Logo será presente inadiável
Exigente, imediato;
Maior se torna o sofrimento
Diversos são os caminhos do coração
e nem sempre oportunos os sentimentos.
Quanto mais se caminha
Mais ofuscas e densas são as emoções;
mais as pedras nos adoecem
mais se enfraquecem o corações.
Que virá amanhã? Como virá o futuro?
Com o presente pré resolvido, provavelmente;
Virá em colossal escuro?
Ou será um luxuoso colar de serpente?
Logo será presente inadiável
Exigente, imediato;
terça-feira, janeiro 03, 2012
quarta-feira, novembro 02, 2011
Google:
'via Blog this'
**
Um dia confuso
'via Blog this'
**
Um dia confuso
O marasmo de meus dias,
O agito da cidade
Tão diferente tão igual
Dentro do meu, confuso, peito.
Deuses e demônios
Se conflitam , se aliam
Me arruínam.
Jaz, não sei quem sou
Ou se sou de fato.
Fotos, riscos, pilhas de escritos.
Abismo da vaidade, meu esconderijo.
No rádio, Rock´roll
No fundo a mim eu resisto
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
sábado, julho 02, 2011
domingo, janeiro 23, 2011
flores
Postado por
Unknown
às
18:40
0
comentários
Marcadores:
orquidea
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, janeiro 18, 2011
A mudança do blog
procurei o que mais tinha haver com esse blog, e me indentifiquei com esse tema
( livros ). Espero que gostem.**
( livros ). Espero que gostem.**
Postado por
Unknown
às
22:52
0
comentários
Marcadores:
mudaça da pagina
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, outubro 28, 2009
Vate de sangue
Na vastidão do sertão
Com lágrimas, sequioso,
Verte a vate ressequida
Oh, sofrido poeta!
Vilânia vate
verte sobre o solo
que lhe verte a sorte.
Rebenta o corpo ao pó
Reboa a vate em nênia
Tétricas notas entoa o poeta
Rebenta em pranto a Eggus
Que lhe ri com vileza
Zurze-o com árdua vate.
Postado por
Unknown
às
19:36
2
comentários
Marcadores:
social
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Herói esquecido
Entoou o birimbal
Ao chorar do temporal,
Destarte, não se pode conter
Nem as águas na proa
Nem a chibata que poria
o sulcos negreiros o sangue verter.
De súbito
Soou a viola
Com notas rasteiras
Juntando ao pandeiro
De Zumbi de Angola,
Que brasileiro agora,
Mas dantes negreiro.
CHEGOU A CAPOEIRA
E...
Mareou sobre mar
Sem ser marinheiro
E usando coleiras
O poeta negreiro
Versou capoeira.
Zumbi de Angola
Viveu das vitórias
Que o povo negreiro
Se esquece agora,
E, se houve História
Vem a dele primeiro.
Postado por
Unknown
às
19:30
1 comentários
Marcadores:
social
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, outubro 24, 2009
Dar um tempo
**Ja faz bom tempo que não há postagens no Espaço de Eos; O fato ocorrido, ou, não ocorrido não é falta de inspirações, mesmo porque tenho algumas para publicar, Só estou esperando tempo mais própicio.
Aos que por aqui passaram ou passarão
Abraços, felicidades e paz.
Aos que por aqui passaram ou passarão
Abraços, felicidades e paz.
terça-feira, outubro 06, 2009
Estranhas aves
**Ontem as aves às sombras dormiam
E ao amanhecer
Eram abutres comendo as próprias carnes
Eu sei eram as mesmas aves
Mas, onde as cores ostentadas?
Onde os vôos triunfantes?
Eu sei eram as mesmas aves
Que famintas "retumbavam brados"
Buscando lugar ao sol
E o sol da justiça?
E o sol da liberdade?
Não raiou, não raiou.
Eram as mesmas aves
E fugiram à luta
Será que dormiram?
Não, propositalmente as esqueceram.
Roubaram-lhes
Os bosques, as flores e os amores.
E ao amanhecer
Eram abutres comendo as próprias carnes
Eu sei eram as mesmas aves
Mas, onde as cores ostentadas?
Onde os vôos triunfantes?
Eu sei eram as mesmas aves
Que famintas "retumbavam brados"
Buscando lugar ao sol
E o sol da justiça?
E o sol da liberdade?
Não raiou, não raiou.
Eram as mesmas aves
E fugiram à luta
Será que dormiram?
Não, propositalmente as esqueceram.
Roubaram-lhes
Os bosques, as flores e os amores.
segunda-feira, outubro 05, 2009
Sala de Sousândrade
No fundo de nosso quintal
Deserta paisagem
De contrariedade tal
Que nos dá falsa mensagem.
Sala dos grandes poetas
Deles salas, a nos quintais desertos
Nobres de brasas-setas
Esses poetas estavam certos.
De lá lapidada cultura
Como sousândrade
Escoamos e aterramos em sepulturas
De dura e seca realidade.
Podia eu ampliar essa quadra
Mas, pedirei por caridade
Favor potentados, não ladram
Meu quintal, sala de Sousândrade.
Deserta paisagem
De contrariedade tal
Que nos dá falsa mensagem.
Sala dos grandes poetas
Deles salas, a nos quintais desertos
Nobres de brasas-setas
Esses poetas estavam certos.
De lá lapidada cultura
Como sousândrade
Escoamos e aterramos em sepulturas
De dura e seca realidade.
Podia eu ampliar essa quadra
Mas, pedirei por caridade
Favor potentados, não ladram
Meu quintal, sala de Sousândrade.
terça-feira, setembro 08, 2009
Depois
**
Vejo o céu e o caminho de luzes
tão belo
tão vivaz
Logo jazerá o céu
Tão belo
Tão vivaz.
Vejo cair a chuva
Tão pura
Tão suave
Logo jazerá a chuva
Tão pura
Tão suave.
Vejo brotar a letra
Tão mundo
Tão eu
Logo jazerá a letra
O mundo e eu
Acabados qual poema não escrito.
Se pudesse veria a luz
Tão nuvem
Tão silêncio
Que algures do universo rebenterá.
Quanto a nova Terra,
Para quem? Por que?
Vejo o céu e o caminho de luzes
tão belo
tão vivaz
Logo jazerá o céu
Tão belo
Tão vivaz.
Vejo cair a chuva
Tão pura
Tão suave
Logo jazerá a chuva
Tão pura
Tão suave.
Vejo brotar a letra
Tão mundo
Tão eu
Logo jazerá a letra
O mundo e eu
Acabados qual poema não escrito.
Se pudesse veria a luz
Tão nuvem
Tão silêncio
Que algures do universo rebenterá.
Quanto a nova Terra,
Para quem? Por que?
Postado por
Unknown
às
18:55
0
comentários
Marcadores:
alerta
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, agosto 14, 2009
LÁGRIMAS
**
Não são lágrimas,
Mas,
Águas de dor - culpas
Enchentes da alma transbordadas
De vergonha e trevas.
Não são lágrimas
São ventos ventam
No profundo do meu ser
Revelando imo-absmo.
Lágrimas?
Águas que contive
Quando não mais contigo
Contive por ti e partiste
Partiste e partiu meu coração.
Não são lágrimas,
Mas,
Águas de dor - culpas
Enchentes da alma transbordadas
De vergonha e trevas.
Não são lágrimas
São ventos ventam
No profundo do meu ser
Revelando imo-absmo.
Lágrimas?
Águas que contive
Quando não mais contigo
Contive por ti e partiste
Partiste e partiu meu coração.
Postado por
Unknown
às
14:45
1 comentários
Marcadores:
sofrimentos
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Chega
**
Chega de te ver
Em preto e branco
Chega de te ver até mesmo em cores
Que um dia vivas e
Hoje noturnas roubam - me os dias.
Chega de te ver
Em cores de brasa
Vestida de falso tesão.
Chega de tê-la
Em presente de vão passado
Na construção desse destruído futuro.
Chega de te - ver
Em versos e rumas
Rumando a lugar algum.
Chega de tê-la
Em pedras e aço
A levar minhas esperanças em pedaços.
Chega de tê-la em rosal forma:
Bela aos olhos,
Porem,
Espinhosa à alma
Chega de assistí-la.
Chega de te ver
Em preto e branco
Chega de te ver até mesmo em cores
Que um dia vivas e
Hoje noturnas roubam - me os dias.
Chega de te ver
Em cores de brasa
Vestida de falso tesão.
Chega de tê-la
Em presente de vão passado
Na construção desse destruído futuro.
Chega de te - ver
Em versos e rumas
Rumando a lugar algum.
Chega de tê-la
Em pedras e aço
A levar minhas esperanças em pedaços.
Chega de tê-la em rosal forma:
Bela aos olhos,
Porem,
Espinhosa à alma
Chega de assistí-la.
quinta-feira, agosto 13, 2009
VIDA
Segue seu rumo
Simplesmente segue
Vezes como suaves monções
Vezes como praias sem ventos
Vezes como tenebrosos furacões
Assim segue a vida
Com seus misteriosos momentos
Momentos, ora prevísivel, como o albor
Momentos, tão imprevísivel, como o vento e suas direções
Momentos, de intenso, amor
Momento, de terrível, destruição
Momentos, festivos, onde pássaros se põem a cantar
Momentos, de luto, onde tigres prontos a matar
A vida é assim, segue seu rumo
Simplesmente segue.
Simplesmente segue
Vezes como suaves monções
Vezes como praias sem ventos
Vezes como tenebrosos furacões
Assim segue a vida
Com seus misteriosos momentos
Momentos, ora prevísivel, como o albor
Momentos, tão imprevísivel, como o vento e suas direções
Momentos, de intenso, amor
Momento, de terrível, destruição
Momentos, festivos, onde pássaros se põem a cantar
Momentos, de luto, onde tigres prontos a matar
A vida é assim, segue seu rumo
Simplesmente segue.
Postado por
Unknown
às
16:27
0
comentários
Marcadores:
vida
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, agosto 12, 2009
Valor das idéias
**Quem não anota, nota
que as palavras se vão, vão
para um espaço da cabeça,
afim de receber a sentença
de valor perdido na vastidão.
que as palavras se vão, vão
para um espaço da cabeça,
afim de receber a sentença
de valor perdido na vastidão.
Postado por
Unknown
às
16:35
0
comentários
Marcadores:
valor
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, julho 26, 2009
Alma vazia
novo**
Final de ano
Nobres operários recebem o abono,
Recompensa por um ano de trabalho
Perigrinando está um ser de estranha feição
Nem entre os pobres
Nem sequer juntou salários
Nem os teve
Peregrino que espera uma alma
Um caridoso coração
Veste-se em retalhos
Afoga-se em cachaça
Paga por seus dias falhos (ou bem vividos)
Tem por leito o banco da praça.
Pobre alma de vazio coração...
QUEM É? QUE PROCURA?
Sem vida, em desgraça, caminha
Em estado de loucura.
Ainda há quem faz graça
De suas feridas sem curas
MAS, O PASSADO NÃO É O FUTURO
E assim, como o presente lhe é ausente
O luzir desses pode estar escuro.
Final de ano
Nobres operários recebem o abono,
Recompensa por um ano de trabalho
Perigrinando está um ser de estranha feição
Nem entre os pobres
Nem sequer juntou salários
Nem os teve
Peregrino que espera uma alma
Um caridoso coração
Veste-se em retalhos
Afoga-se em cachaça
Paga por seus dias falhos (ou bem vividos)
Tem por leito o banco da praça.
Pobre alma de vazio coração...
QUEM É? QUE PROCURA?
Sem vida, em desgraça, caminha
Em estado de loucura.
Ainda há quem faz graça
De suas feridas sem curas
MAS, O PASSADO NÃO É O FUTURO
E assim, como o presente lhe é ausente
O luzir desses pode estar escuro.
Postado por
Unknown
às
09:20
0
comentários
Marcadores:
sofrimentos
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, julho 25, 2009
contradição de estados
novo**
Quando nada tinha
Escrevi à paixão
Que algures vivia
Quando na paixão
Escrevi ao amor
Em busca de um chão
Quando no amor
Escrevi à saudade
Quando na saudade
Escrevi à alegria,
Amiga inefável da verdade
Quando na alegria
Escrevi à dor
Quando na dor
Escrevi à saúde,
Amiga-irmã da sorte
Quando na saúde
Escrevi á morte
Quando na morte
Não mais escrevi,
Mas, em verdade, falei com Deus.
Quando nada tinha
Escrevi à paixão
Que algures vivia
Quando na paixão
Escrevi ao amor
Em busca de um chão
Quando no amor
Escrevi à saudade
Quando na saudade
Escrevi à alegria,
Amiga inefável da verdade
Quando na alegria
Escrevi à dor
Quando na dor
Escrevi à saúde,
Amiga-irmã da sorte
Quando na saúde
Escrevi á morte
Quando na morte
Não mais escrevi,
Mas, em verdade, falei com Deus.
Postado por
Unknown
às
14:05
1 comentários
Marcadores:
vida
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Pertences dos sábios
De pele ferida vôo meu espirito
Encontrei beleza e perigo nas rosas
Não mais me alegra o ouro
Ignorância pertence aos tolos.
Sei dos pertences dos sábios
Estando eu despido, cheios estão meus lábios.
Nas letras acorrentei meu ser
E da poesia fiz minha vaidade
Verdadde só engana se meia
E lua encantada é lua cheia.
Sente, destarte, o poeta.
Encontrei beleza e perigo nas rosas
Não mais me alegra o ouro
Ignorância pertence aos tolos.
Sei dos pertences dos sábios
Estando eu despido, cheios estão meus lábios.
Nas letras acorrentei meu ser
E da poesia fiz minha vaidade
Verdadde só engana se meia
E lua encantada é lua cheia.
Sente, destarte, o poeta.
Postado por
Unknown
às
09:54
Marcadores:
saber
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)
