O Espaço de Eos

Esse espaço é parte de todos os artista; Se amas as as artes plásticas (ou visuais ), a poesia e a filosofia (de forma completa ) Esse é seu espaço.


Pesquisar este blog

Postagens populares

sábado, junho 06, 2015

amigos além do tempo

Elos que outrora quebrados
Transportados pelo vento
Bento velho tempo
Traz, hoje, os elos agrupados

Se eterno é o tempo
Eternos e nobres são os elos
Vencem todos os duros duelos
Moldam os adversos momentos



quarta-feira, fevereiro 15, 2012

decisão

Quanto mais se adia uma decisão,
Maior se torna o sofrimento
Diversos são os caminhos do coração
e nem sempre oportunos os sentimentos.

Quanto mais se caminha
Mais ofuscas e densas são as emoções;
mais as pedras nos adoecem
mais se enfraquecem  o corações.

Que virá amanhã? Como virá o futuro?
Com o presente pré resolvido, provavelmente;
Virá em colossal escuro?
Ou será um luxuoso colar de serpente?

Logo será presente inadiável
Exigente, imediato;
    

terça-feira, janeiro 03, 2012

José Saramago - falsa democracia



**

quarta-feira, novembro 02, 2011

Google

Google:

'via Blog this'

**

Um dia confuso

O marasmo de meus dias,
O agito da cidade
Tão diferente tão igual
Dentro do meu, confuso, peito.
Deuses e demônios
Se conflitam , se aliam
Me arruínam.
Jaz, não sei quem sou
Ou se sou de fato.
Fotos, riscos, pilhas de escritos.
Abismo da vaidade, meu esconderijo.
No rádio, Rock´roll
No fundo a mim eu resisto
‎quarta-feira, ‎2‎ de ‎novembro‎ de ‎2011

sábado, julho 02, 2011

domingo, janeiro 23, 2011

flores



**Umas das coisas mais bela da natureza: As orquideas

terça-feira, janeiro 18, 2011

A mudança do blog

procurei o que mais tinha haver com esse blog, e me indentifiquei com esse tema
( livros ). Espero que gostem.**

quarta-feira, outubro 28, 2009

Vate de sangue



Na vastidão do sertão
Com lágrimas, sequioso,

Verte a vate ressequida

Oh, sofrido poeta!


Vilânia vate

verte sobre o solo

que lhe verte a sorte.


Rebenta o corpo ao pó

Reboa a vate em nênia

Tétricas notas entoa o poeta


Rebenta em pranto a Eggus

Que lhe ri com vileza

Zurze-o com árdua vate.




Herói esquecido







Entoou o birimbal


Ao chorar do temporal,


Destarte, não se pode conter


Nem as águas na proa


Nem a chibata que poria


o sulcos negreiros o sangue verter.


De súbito


Soou a viola


Com notas rasteiras


Juntando ao pandeiro


De Zumbi de Angola,


Que brasileiro agora,


Mas dantes negreiro.


CHEGOU A CAPOEIRA


E...


Mareou sobre mar


Sem ser marinheiro


E usando coleiras


O poeta negreiro


Versou capoeira.


Zumbi de Angola


Viveu das vitórias


Que o povo negreiro


Se esquece agora,


E, se houve História


Vem a dele primeiro.



sábado, outubro 24, 2009

Dar um tempo

**Ja faz bom tempo que não há postagens no Espaço de Eos; O fato ocorrido, ou, não ocorrido não é falta de inspirações, mesmo porque tenho algumas para publicar, Só estou esperando tempo mais própicio.




Aos que por aqui passaram ou passarão

Abraços, felicidades e paz.

terça-feira, outubro 06, 2009

Estranhas aves

**Ontem as aves às sombras dormiam
E ao amanhecer
Eram abutres comendo as próprias carnes
Eu sei eram as mesmas aves
Mas, onde as cores ostentadas?
Onde os vôos triunfantes?
Eu sei eram as mesmas aves
Que famintas "retumbavam brados"
Buscando lugar ao sol
E o sol da justiça?
E o sol da liberdade?
Não raiou, não raiou.
Eram as mesmas aves
E fugiram à luta
Será que dormiram?
Não, propositalmente as esqueceram.
Roubaram-lhes
Os bosques, as flores e os amores.

segunda-feira, outubro 05, 2009

Sala de Sousândrade

No fundo de nosso quintal
Deserta paisagem
De contrariedade tal
Que nos dá falsa mensagem.

Sala dos grandes poetas
Deles salas, a nos quintais desertos
Nobres de brasas-setas
Esses poetas estavam certos.

De lá lapidada cultura
Como sousândrade
Escoamos e aterramos em sepulturas
De dura e seca realidade.

Podia eu ampliar essa quadra
Mas, pedirei por caridade
Favor potentados, não ladram
Meu quintal, sala de Sousândrade.

terça-feira, setembro 08, 2009

Depois

**
Vejo o céu e o caminho de luzes
tão belo
tão vivaz
Logo jazerá o céu
Tão belo
Tão vivaz.

Vejo cair a chuva
Tão pura
Tão suave
Logo jazerá a chuva
Tão pura
Tão suave.

Vejo brotar a letra
Tão mundo
Tão eu
Logo jazerá a letra
O mundo e eu
Acabados qual poema não escrito.
Se pudesse veria a luz
Tão nuvem
Tão silêncio
Que algures do universo rebenterá.
Quanto a nova Terra,
Para quem? Por que?

sexta-feira, agosto 14, 2009

LÁGRIMAS

**
Não são lágrimas,
Mas,
Águas de dor - culpas
Enchentes da alma transbordadas
De vergonha e trevas.

Não são lágrimas
São ventos ventam
No profundo do meu ser
Revelando imo-absmo.

Lágrimas?
Águas que contive
Quando não mais contigo
Contive por ti e partiste
Partiste e partiu meu coração.

Chega

**
Chega de te ver
Em preto e branco
Chega de te ver até mesmo em cores
Que um dia vivas e
Hoje noturnas roubam - me os dias.

Chega de te ver
Em cores de brasa
Vestida de falso tesão.
Chega de tê-la
Em presente de vão passado
Na construção desse destruído futuro.

Chega de te - ver
Em versos e rumas
Rumando a lugar algum.
Chega de tê-la
Em pedras e aço
A levar minhas esperanças em pedaços.

Chega de tê-la em rosal forma:
Bela aos olhos,
Porem,
Espinhosa à alma
Chega de assistí-la.

quinta-feira, agosto 13, 2009

VIDA

Segue seu rumo
Simplesmente segue
Vezes como suaves monções
Vezes como praias sem ventos
Vezes como tenebrosos furacões
Assim segue a vida
Com seus misteriosos momentos
Momentos, ora prevísivel, como o albor
Momentos, tão imprevísivel, como o vento e suas direções
Momentos, de intenso, amor
Momento, de terrível, destruição
Momentos, festivos, onde pássaros se põem a cantar
Momentos, de luto, onde tigres prontos a matar
A vida é assim, segue seu rumo
Simplesmente segue.

quarta-feira, agosto 12, 2009

Valor das idéias

**Quem não anota, nota
que as palavras se vão, vão
para um espaço da cabeça,
afim de receber a sentença
de valor perdido na vastidão.

domingo, julho 26, 2009

Alma vazia

novo**
Final de ano
Nobres operários recebem o abono,
Recompensa por um ano de trabalho
Perigrinando está um ser de estranha feição
Nem entre os pobres
Nem sequer juntou salários
Nem os teve
Peregrino que espera uma alma
Um caridoso coração
Veste-se em retalhos
Afoga-se em cachaça
Paga por seus dias falhos (ou bem vividos)
Tem por leito o banco da praça.
Pobre alma de vazio coração...
QUEM É? QUE PROCURA?
Sem vida, em desgraça, caminha
Em estado de loucura.
Ainda há quem faz graça
De suas feridas sem curas
MAS, O PASSADO NÃO É O FUTURO
E assim, como o presente lhe é ausente
O luzir desses pode estar escuro.

sábado, julho 25, 2009

contradição de estados

novo**
Quando nada tinha
Escrevi à paixão
Que algures vivia
Quando na paixão
Escrevi ao amor
Em busca de um chão
Quando no amor
Escrevi à saudade
Quando na saudade
Escrevi à alegria,
Amiga inefável da verdade
Quando na alegria
Escrevi à dor
Quando na dor
Escrevi à saúde,
Amiga-irmã da sorte
Quando na saúde
Escrevi á morte
Quando na morte
Não mais escrevi,
Mas, em verdade, falei com Deus.

Pertences dos sábios

De pele ferida vôo meu espirito
Encontrei beleza e perigo nas rosas
Não mais me alegra o ouro
Ignorância pertence aos tolos.
Sei dos pertences dos sábios
Estando eu despido, cheios estão meus lábios.

Nas letras acorrentei meu ser
E da poesia fiz minha vaidade
Verdadde só engana se meia
E lua encantada é lua cheia.
Sente, destarte, o poeta.