Na vastidão do sertão
Com lágrimas, sequioso,
Verte a vate ressequida
Oh, sofrido poeta!
Vilânia vate
verte sobre o solo
que lhe verte a sorte.
Rebenta o corpo ao pó
Reboa a vate em nênia
Tétricas notas entoa o poeta
Rebenta em pranto a Eggus
Que lhe ri com vileza
Zurze-o com árdua vate.